Expondo O Acusador Da Igreja: satanas

"Expondo O Acusador Dos Irmãos"por Francis Frangipane Pastor Sênior - River of Life Ministries - Cedar Rapids, Iowa

Tradução: Rafael Neves

Mais igrejas foram destruídas pelo acusador dos irmãos e o seu diagnóstico de falhas do que por qualquer imoralidade ou desvio de fundos da igreja. Tão prevalente é essa influência em nossa sociedade que, entre outros, o diagnóstico de falhas tem sido elevado ao status de "ministério"! O Senhor prometeu, no entanto, que em Sua Casa acusar um ao outro será substituído com a oração, e o diagnóstico de falhas com um amor que cobre uma multidão de pecados.

Satanás Quer Parar Seu Crescimento

Este capítulo é escrito especificamente para expor a atividade do acusador dos irmãos entre os Cristãos nascidos de novo. Há indivíduos que estão presos em cultos, onde o controle da mente e o engano estão envolvidos, não estamos lidando com a singularidade de seus problemas neste estudo. Pelo contrário, nosso objetivo é ver a Igreja Viva livre desta fortaleza de encontrar defeitos, e ter nossos corações voltados para a oração.

Em uma tentativa de impedir, se não totalmente parar, o próximo mover de Deus, satanás enviou um exército de demônios de censura contra a igreja. O objetivo deste ataque é levar o corpo de Cristo das perfeições de Jesus para as imperfeições dos outros.

A tarefa do espírito censurador é assaltar as relações em todos os níveis. Ele ataca as famílias, igrejas e associações interdenominacionais, buscando trazer cismas irreparáveis em nossa unidade. Mascarado como discernimento, esse espírito vai se enfiando em nossas opiniões de outras pessoas, deixando-nos com vontade de criticar e julgar. Conseqüentemente, todos nós precisamos avaliar a nossa atitude para com os outros. Se nossos pensamentos são outros além da fé que opera pelo amor, precisamos estar cientes de que podemos estar sob ataque espiritual.

O demônio censurador incita as pessoas a gastar dias ou mesmo semanas desenterrando falhas velhas ou pecados velhos em seu ministro ou igreja. As pessoas que estão mantidas em cativeiro por esse espírito enganador se tornam "cruzados", inimigos irreconciliáveis de suas assembléias anteriores. Na maioria dos casos, as coisas que eles consideram erradas ou com faltas são as mesmas áreas em que o Senhor procura posicioná-los para intercessão. O que poderia ser uma oportunidade de crescimento espiritual e ir de encontro a uma necessidade torna-se uma ocasião de tropeço e afastamento. Na verdade, suas críticas são uma cortina de fumaça para um coração sem oração e uma falta de vontade de servir.

O fato de alguém descobrir as imperfeições de um pastor ou de uma igreja não é de forma alguma um sinal de espiritualidade. Na verdade, poderíamos encontrar falhas na igreja mesmo antes de sermos cristãos. O que fazemos com o que vemos, no entanto, é a medida da maturidade em Cristo.

Lembre-se, quando Jesus viu a condição da humanidade, Ele "se esvaziou, assumindo a forma de servo. . . Ele se humilhou, tornando-se obediente até a morte, e morte de cruz "(Fil. 2:7-8). Ele morreu para tirar os pecados; Ele não somente os julgou.

Ninguém Está Isento

É de algum consolo que o próprio Cristo não conseguia satisfazer os "padrões" deste espírito quando o mesmo falou por meio dos fariseus. Não importa o que Jesus fazia, os fariseus encontravam falhas n'Ele.

Se você, pessoalmente, não tem consultado nem ouvido o indivíduo o qual você é crítico, como você pode ter certeza que você não está cumprindo o papel de acusador dos irmãos? Mesmo a "Lei não julga um homem, a menos que primeiro tenha ouvido" (João 7:51).

O propósito do inimigo neste ataque é desacreditar o ministro para que ele possa desacreditar a sua mensagem. Eu pessoalmente tenho escutado dezenas de pastores de muitas origens denominacionais, e eu descobri que o momento de ataque deste espírito sobre as suas congregações foi quase sempre pouco antes, ou imediatamente após, um avanço significativo. O assalto incontestado deste demônio sempre parava o progresso de suas igrejas.

Quando este espírito se infiltra na mente de um indivíduo, suas acusações vêm com um tal veneno e intimidação que mesmo aqueles que deveriam saber mais ficam perplexos e, em seguida, são seduzido por sua influência. Quase todos os envolvidos tiram os olhos de Jesus e se concentram em "questões", ignorando durante a contenda que Jesus está na verdade orando para que seu corpo se torne um. Seduzido por esse demônio, acusações e contra-acusações esvaziam-se através da alma da congregação, estimulando a suspeita e o medo entre as pessoas. A devastação dilacera a igreja-alvo, enquanto o desânimo abafa e procura destruir o pastor e sua família, ou outros servos de Deus na igreja.

Quase todos os ministros que leêm isto já enfrentaram o assalto do espírito censurador em um momento ou outro. Cada um tem conhecido a depressão de tentar rastrear esse espírito acusador que sussurra suas fofocas através da igreja local: amigos de confiança parecem distantes, relações estabelecidas se abalam, e a visão da igreja é atolada em contendas e inação.

Este inimigo não se limita a ataques contra igrejas locais, no entanto. Seus ataques são também mais largos e tem alcance municipal e nacional. Grandes editoras têm feito milhões de dólares vendendo livros de difamação que dificilmente são mais credíveis do que colunas de fofocas em tablóides.

Sim, em alguns dos ministérios houve sim um pecado grave, mas existem maneiras bíblicas para trazer correção, caminhos que levam à cura e não à destruição! Existem supervisores denominacionais, bem como associações ministeriais locais que pode rever debates privados. Em vez disso, líderes de igrejas audaciosamente desafiam outros líderes; boletins informativos e fitas cassete críticos de vários ministérios circulam veneno através da corrente sanguínea do corpo de Cristo - e como a igreja do Salvador se alimenta disso com gula!

Para mascarar a natureza diabólica da sua atividade, o censurador, muitas vezes, traja suas críticas em roupas religiosas. Sob o pretexto de proteger ovelhas de um erro na doutrina do tamanho de um mosquito, ele força o rebanho a engolir um erro de correção sem amor do tamanho de um camelo. Em uma tentativa de corrigir violações das Escrituras, os próprios métodos empregados são uma violação das Escrituras! Onde está o "espírito de mansidão" o qual fala Paulo em Gálatas 6:1, a humildade em "olhai para vós, para que vocês também não sejam tentados"? Onde está o motivo do amor em "restaurar"?

Na maioria dos casos a pessoa supostamente em erro nunca foi sequer contactada antes de seus alegados erros entrarem no moinho de boatos das igrejas da cidade. Só então, após a calúnia ter se tornado pública através de um livro, fita ou mídia; ela se torna consciente de seus alegados defeitos. Irmãos, o espírito por trás de tais acusações devem ser discernidos, pois seu motivo não é restaurar e curar, mas sim destruir!

O Exemplo Puro

A igreja precisa de correção, mas o ministério de repreensão deve ser padronizado em Cristo e não no acusador dos irmãos. Quando Jesus corrigiu as igrejas na Ásia (vide Apocalipse), Ele imprensou sua repreensão entre elogios e promessas. Ele tranquilizou as igrejas de que a voz prestes a expor seu pecado era a própria voz que inspirou sua virtude. Depois de incentivá-los, Ele, então, as trouxe correção.

Mesmo quando uma igreja estava mergulhada no erro, como foi o caso com duas das sete igrejas, Cristo continuou a oferecer graça para mudança. Quão paciente foi Jesus? Ele até deu a "Jezebel. . . tempo para se arrepender"! (Ap 2:20-21) Depois d'Ele advertir uma igreja, Suas últimas palavras não foram de condenação, mas sim de promessas.

Não é este o Seu caminho com cada um de nós? Mesmo nas correções mais graves, a voz de Jesus é sempre a personificação de "graça e verdade" (João 1:14). Jesus disse que as ovelhas "Conhecem Sua voz. E um estranho simplesmente não vai seguir, mas sim fugir d'Ele" (João 10:4-5). Lembre-se, se a palavra de repreensão ou correção não oferece graça para a restauração, não é a voz do seu Pastor. Se você é uma das ovelhas de Cristo, você vai fugir dela.

As Armas do Inimigo

Para encontrar uma acusação contra a Igreja, é importante notar que o inimigo deve tirar suas acusações do inferno. Se nos arrependemos de nossos pecados, nenhum registro deles, nem de nossos erros existe no céu. Assim está escrito: "Quem intentará acusação contra os escolhidos de Deus? Deus é aquele que justifica" (Rm 8:33). Jesus não está condenando-nos, mas está na mão direita do Pai intercedendo em nosso favor.

Vamos, portanto, expor as armas do censurador. A primeira são os nossos pecados de verdade. Nossa incapacidade de nos arrepender quando o Espírito Santo deseja corrigir-nos abre a porta para o acusador nos condenar. A voz do inimigo nunca oferece esperança nem estende a graça do arrependimento. Ele age como se fosse a voz de Deus, e fossemos culpados de um "pecado imperdoável". A maneira de derrotar o inimigo nesta arena é desarmá-lo com um sincero arrependimento do pecado, olhando novamente para a expiação de Cristo como a soma de todas as nossas justiças.

No entanto, Satanás procura não só acusar-nos como indivíduos, mas também se misturar em nossas mentes, apresentando críticas e condenação contra os outros também. Em vez de orar uns pelos outros, reagimos na carne contra delitos. Nossas respostas não-cristãs são, então, facilmente manipuladas pelo espírito censurador.

Portanto, derrubamos o acusador dos irmãos quando aprendemos a orar uns pelos outros em vez de rapinar um sobre o outro. Temos que aprender a perdoar da mesma forma como Cristo nos perdoou. Se alguém se arrependeu de seus pecados, devemos exercer a mesma atitude de "esquecimento divino" que existe no céu. Nós derrotamos o censurador quando nós imitamos a natureza de Jesus: como um cordeiro, Cristo morreu pelos pecadores, como sacerdote, Ele intercede.

A segunda arma que esse demônio usa contra nós são os nosso erros e más decisões do passado. Cada um de nós tem uma propensão inerente para a ignorância. Não temos de ler muito sobre a história dos santos para descobrir que não foram chamados por causa de sua sabedoria intrínseca. Na verdade, todos nós cometemos erros. Esperançosamente, nós temos, pelo menos, aprendido com eles e desenvolvemos humildade por causa deles. Esse demônio procurador de defeitos, no entanto, leva nossos erros do passado e os desfila em nossa memória, criticando os nossos esforços em fazer a vontade de Deus, mantendo-nos na escravidão do passado.

Quando o inimigo coloca-nos um contra o outro, primeiro ele nos provoca com inveja ou medo. A segurança do nosso lugar na vida parece ameaçada por causa do sucesso de outrem. Talvez para justificar nossos fracassos ou falhas pessoais, ampliamos as deficiências passadas dos outros. Quanto mais o nosso ciúme cresce, mais esse demônio explora os nossos pensamentos, até que nada sobre o indivíduo ou sua igreja parece certo.

Na fase final realmente empreendemos uma campanha contra ele. Nenhuma defesa que ele oferece vai nos satisfazer. Estamos convencidos de que ele é enganado e perigoso, e achamos que cabe a nós alertar os outros. No entanto, a verdade é que a pessoa cuja mente é controlada pelo demônio censurador é quem é enganada e perigosa. Pois seus próprios pensamentos impenitentes para o ciúme e crítica carnal ter fornecido o inferno com uma "serraria" de material para erguer muros entre os membros do corpo de Cristo.

Infelizmente, muitas vezes são líderes que caíram da intensidade do primeiro amor que se tornam os mais ferozes perseguidores dos outros que estão se movendo no Espírito Santo. Os discípulos de Cristo serão perseguidos, mas este autor não consegue encontrar nenhuma autorização bíblica para os cristãos perseguirem os outros. A perseguição é uma obra da carne. "Mas, como naquela época, ele que nasceu segundo a carne perseguia ao que nasceu segundo o Espírito, por isso, é agora assim também" (Gl 4:29). Incrivelmente, aqueles que são dados a perseguir outros muitas vezes realmente acham que estão "oferecendo um serviço a Deus" (João 16:2).

Para combater esse inimigo devemos criar uma atmosfera de graça no meio de nós como indivíduos e entre nós como igrejas. Como o Pai que nos deu a vida, devemos procurar causar com que todas as coisas cooperem para o bem. Se alguém tropeçar, temos que ser rápidos em cobri-lo, sem aceitar a hipocrisia, pois somos "membros uns dos outros" (Ef 4:25). Como está escrito, "Nenhum de vós se achegará de algum parente de sangue para descobrir sua nudez, eu sou o Senhor" (Lv 18:6). Nós somos uma família, gerados de um pai. "...a sua nudez não descobrirás, porque é tua nudez" (v 10). Mesmo sob a Antiga Aliança, era ilegal revelar o erro do outro publicamente. O amor encontra uma maneira de redenção para cobrir uma multidão de pecados.

Aonde Os Abutres Estão Reunidos

O acusador usa ainda outra arma, e ele usa essa arma astutamente. Há momentos em nossa caminhada com Deus, quando, para aumentar a fecundidade, o Pai poda-nos (veja João 15). Esta é uma época de preparação, onde o propósito do Senhor é levar Seus servos em um novo poder no ministério.

Durante este tempo, Deus requer novos níveis de rendição, bem como uma crucificação fresca da carne. Muitas vezes, é um tempo de humilhação e provação, de vazio e aparente ineficácia enquanto Deus expande nossa dependência d'Ele. Pode ser um tempo terrível, quando a nossa necessidade é exposta com visibilidade gritante. Infelizmente, este momento de fraqueza é aparente não apenas ao homem ou mulher de Deus, ele freqüentemente ocorre diante da igreja, e perante principados e potestades também.

O espírito censurador, e aqueles que chegam a pensar como ele pensa, encontram uma vulnerabilidade em seu alvo como uma oportunidade para esmagá-lo.Uma e outra vez, o que seria outrora uma incubadora de vida torna-se um caixão de morte. Aqueles que poderiam surgir com a clareza e o poder de visão profética são abatidos e abandonados, separados das próprias pessoas que deveriam ter orado por elas até a ressurreição. Neste ataque o censurador é mais destrutivo. Pois aqui esse demônio aborta o nascimento de ministérios maduros, aqueles que fortaleceriam suas igrejas para a guerra.

Os censuradores e as fofoqueiros já estão plantados na igreja, talvez você seja um! Quando o Deus vivo está fazendo o seu pastor ser mais profundamente dependente, e assim mais facilmente moldado para Seus propósitos, você critica sua aparente falta de unção? Embora ele não tenha te abandonado durante a sua hora de necessidade, você abandona-o agora, quando a sua fé pode ser o estímulo que ele precisa para se render totalmente a cruz?

Aqueles que são simpáticos ao acusador dos irmãos cumprem, por aplicação, Mateus 24:28, "Onde quer que esteja o cadáver, ali se ajuntarão os abutres". A maledicência destes indivíduos que parecem abutres de fato alimenta sua natureza inferior, pois eles procuram o que está morto em uma igreja, eles são atraídos pelo que está morrendo.Eventualmente, estes acusadores partem, instintivamente procurando um problema com alguma outra igreja. "Estes são murmuradores, encontrando falhas. . . aqueles que causam divisões" (Judas 16-19).

Eles deixam para trás seus antigos irmãos, gravemente feridos e em contendas, e um pastor muito desanimado. Logo, eles se juntam a uma nova igreja e, em tempo, Deus começa a lidar com este novo pastor. Mais uma vez o espírito censurador se manifesta através deles, estrategicamente posicionado para destruir outra igreja. Hoje, Deus está buscando levantar Seus servos com maior poder e autoridade. Na fase de poda de seu crescimento, será que regaremos sua secura com oração ou seremos urubus atraídos para devorar sua carne moribunda?

Quando o acusador vier, ele traz fatos distorcidos e condenação. Aqueles que estão presos por esse espírito nunca pesquisaram as virtudes da organização ou da pessoa que eles estão atacando. Com o mesmo zelo que os censuradores procuram desvendar o pecado, aqueles que irão conquistar este inimigo devem verdadeiramente buscar o coração de Deus e o Seu chamado para aqueles que eles iriam reprovar.

A verdadeira correção, portanto, prosseguirá com reverência, e não vingança. Na verdade, não são aqueles a quem nós procuramos corrigir servos de Cristo? Não são posse d'Ele? É possível que as obras das quais estamos com ciúmes, e, portanto, críticos, possam ser obras de Cristo? Além disso, perguntemo-nos: por que Deus nos escolheu para trazer Sua repreensão? Será que estamos andando no padrão de Cristo?

Estas são perguntas importantes, pois para sermos ungidos com a autoridade de Cristo para repreender, temos que estar comprometidos aos homens com o amor de Cristo. Mas, se estamos com raiva, amargura ou inveja em relação a outrem, não podemos nem mesmo orar corretamente por essa pessoa, muito menos censurá-la. Jesus, o grande Leão de Judá, foi declarado digno de levar adiante o julgamento em virtude de sua natureza: Ele era um Cordeiro que foi morto pelo pecado dos homens.

Se não formos determinados a morrer por homens, não temos o direito de julgá-los.Aqueles que procuram justificar o deixar uma igreja não devem fazê-lo simplesmente através da descoberta de falhas. Pelo contrário, devem comunicar-se abertamente com a equipe ministerial. A sua atitude deve ser de oração e de amor, deixando uma bênção pelo que ganharam no seu tempo gasto naquela igreja. Se realmente houve pecado no ministério, devem contactar as autoridades da igreja na cidade e deixar a situação com eles.

Além disso, os ministros locais devem estar em comunicação uns com os outros, nunca baseando a sua opinião sobre outra igreja ou líder no testemunho de alguém que acabou de sair dele. Se pessoas se juntam a sua congregação e trazem com elas uma raiz de amargura contra a igreja anterior delas, essa raiz brotará em sua igreja e muitos se contaminarão. Portanto, não importa o quanto você precise de novos membros, nunca construa sua congregação com indivíduos que são inconciliáveis com sua ex-congregação.

Na verdade, a palavra do Senhor para nós é que na Casa do Senhor críticas devem ser substituídas por oração, e a procura de defeitos eliminada com um amor de cobertura. Onde houver erro, devemos ir com um motivo para restaurar. Onde existem doutrinas erradas, devemos manter um espírito manso enquanto procuramos corrigir aqueles em oposição.

Senhor Jesus, perdoai-nos por nossa falta de oração e pela fraqueza do nosso amor. Mestre, nós queremos ser como Tu, para quando vermos uma necessidade, em vez de criticar, darmos nossa vida por isso. Senhor, livre a Tua igreja desse espírito demoníaco que procura defeitos!

Em nome de Jesus!

Amém!